terça-feira, 20 de dezembro de 2011

"Not just beautiful, though — the stars are like the trees in the forest, alive and breathing. And they’re watching me. What I’ve up till now, what I’m going to do — they know it all. Nothing gets past their watchful eyes. As I sit there under the shining night sky, again a violent fear takes hold of me. My heart’s pounding a mile a minute, and I can barely breathe. All these millions of stars looking down on me, and I’ve never given them more than a passing thought before. Not just the stars — how many other things haven’t I noticed in the world, things I know nothing about? I suddenly feel helpless, completely powerless. And I know I’ll never outrun that awful feeling."
We value love not because it’s stronger than death but because it’s weaker. Say what you want about love: death will finish it. You will not go on loving in the grave, not in any physical way that will at all resemble love as we know it on earth. The perishable nature of love is what gives love its importance in our lives. If it were endless, if it were on tap, love wouldn’t hit us the way it does.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Sei que não posso dar mais nenhum passo na sua direção
Pois só o que me aguarda é arrependimento
Você não sabe que não sou mais a sua fantasma?
Você perdeu o amor que eu mais amei

Eu aprendi a viver, meio viva
E agora você me quer mais uma vez

E quem você acha que é?
Andando por aí deixando cicatrizes
Colecionando um jarro de corações
Despedaçando o amor
(...)

Ouvi dizer que você anda perguntando
Se eu estou em qualquer lugar para ser encontrada
Mas eu também cresci forte
Para nunca cair de volta nos seus braços

Eu aprendi a viver, meio viva
E agora você me quer mais uma vez

Levou tanto tempo para eu me sentir bem
Lembrar de como devolver a luz aos meus olhos
Eu queria ter perdido a primeira vez que nos beijamos
Pois você quebrou todas as suas promessas
E agora você voltou
Você não irá me ganhar de volta

E quem você acha que é?
Andando por aí deixando cicatrizes
Colecionando um jarro de corações
Despedaçando o amor
Você vai pegar um resfriado
Do gelo dentro da sua alma
Então não volte por mim
Não volte nunca

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Diário de Uma Paixão.

Noah: Eu posso ser engraçado se você quiser, inteligente e esperto, supersticioso, bravo, um bom dançarino, eu posso ser o que você quiser, só me diga o que você quere eu serei aquilo pra você!
Allie: Idiota!
Noah: Também posso ser.
É como, quando alguém entra na sua vida. E metade de você diz: "Você ainda não tá preparado”. Mas a outra metade de você diz: “Faça ela ser sua pra sempre."

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Qualquer coisa que se sinta
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva...

terça-feira, 20 de abril de 2010

Ela põe sua maquiagem como grafite nas paredes da terra-natal.
Ela tem um pequeno livro de conspirações em sua mão.
Ela é uma paranóica como espécies ameaçadas de extinção.
Ela é única.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Acredito que as pessoas aprendem com os próprios erros e com o tempo. Acredito também que quem traiu uma vez e foi perdoado vai trair de novo. Acredito que aquelas pessoas que vivem falando mal dos outros vão falar mal de você com esses outros. Acredito que as pessoas só mudam por vontade própria e nunca pelo pedido de outra pessoa. Acredito que tudo que eu acredito hoje vai mudar com o tempo. E que, no futuro, talvez, eu acredite em menos coisas. Ou em nada mais.

quinta-feira, 11 de março de 2010

As pessoas querem aprender a nadar e ter um pé no chão ao mesmo tempo.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Temos uma forma de lavagem cerebral em nosso país. Repete-se uma coisa constantemente, por aqui: “Consumir é bom”. Nos fazem acreditar que temos de estudar, trabalhar e ralar a vida inteira para sermos consumistas de primeira. Engolimos uma porção de propagandas na televisão que nos abduzem a querer sempre o mais caro, o mais popular, o melhor. Nos fazem crer que quanto mais dinheiro tivermos, mais felizes seremos, mais produtos consumiremos. Mais posses é bom. Quanto mais consumo, melhor. Repetimos isso e nos repetem isso constantemente, até ninguém sequer cogitar a pensar em ser diferente. O cidadão comum fica tão zonzo com tudo isso que perde a perspectiva do que é verdadeiramente importante. Em toda parte por onde andei, conheci pessoas querendo abocanhar alguma coisa. Abocanhar um carro novo. Uma nova propiedade. O brinquedo mais recente. Depois que abocanham, precisam contar aos outros: "Sabe o que comprei? Adivinhe o que comprei!"
Sabe como sempre interpretei isso? São pessoas tão famintas de amor que aceitam substitutos. Abraçam coisas materiais e ficam esperando que essas coisas retribuam o abraço. Nunca dá certo. Não se pode substituir amor, ou suavidade, ou ternura, ou companherismo, por coisas materiais.
Dinheiro não substitui ternura, poder não substitui ternura. Quando mais se precisa dos sentimentos que nos faltam, nem dinheiro nem poder nos podem dá-los, não importa quanto dinheiro nem quanto poder possuímos.
Tem havido enorme confusão neste país quanto áquilo que queremos, em face do que precisamos. Precisamos de alimentos, e queremos um sorvete de chocolate. Precisamos ser honestos com nós mesmos. Ninguém precisa do último carro esporte, ninguém precisa daquela casa maior. Essas coisas não trazem satisfação. Sabe o que realmente traz satisfação? Oferecer aos outros o que temos para dar. Parece conversa de escoteiro. Mas não falo de dinheiro, falo de tempo útil. Do interesse por outros. Demonstrar-se verdadeiramente interessados naquilo que os outros tem a nos oferecer, a lhe contar. Serve contar-lhes ou ouvir histórias. Não é tão difícil. Achar um sentido para a vida… Dediquemos-nos a amar a outros, dediquemos-nos à nossa comunidade, empenhemos-nos em criar alguma coisa que dê sentido e significado à nossas vidas. Notou que não se fala aí de salário?